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  • Sala de fitness numa ID

    Sala de fitness numa ID

    O equipamento para um centro de fitness, ou dizendo de outra forma, para uma sala de apoio a uma instalação desportiva que se destine ao treino e melhoria da condição física deve ser pensado através de cinco premissas:

    • A quem se destina. Quais os praticantes desta ID? São desportistas de alto rendimento? Praticantes que procuram melhorar a sua condição física? De que modalidade(s)? Qual o seu nível de prática?
  • FIBA rules

    FIBA rules

    No caso do Basquetebol, a International Basketball Federation (adiante designada por FIBA) e assim as Federações de área ou nacionais, no nosso caso a Federação Portuguesa de Basquetebol (adiante designada FPB), regem-se pelas FIBA Internal Regulations 2024 (adiante designado por FIBA-IR e FIBA Official Basketball Rules 2024 (adiante designado por FIBA-OBR).

     

  • ID para Desportos de Combate

    ID para Desportos de Combate

    Instalações desportivas especialmente concebidas para desportos de combate ou integradas em complexos desportivos.

    Que caraterísticas apresentam estas ID?

    Nestes filmes verificamos algumas destas instalações desportivas e as suas especificidades.

     

  • A piscina pública

    A piscina pública

    As piscinas são instalações desportivas extremamente complexas e dispendiosas ao nível do seu funcionamento e manutenção. As exigentes condições de tratamento e aquecimento da água, apresentam fortes desafios aos seus proprietários e gestores.

    Quais os normativos e exigências a que estão sujeitas as piscinas públicas e outras ID para atividades aquáticas?

    Proposta para elaborar uma Carta Desportiva

    Uma equilibrada distribuição das instalações desportivas, entendidas como equipamentos públicos de utilização coletiva, resultará das tendências territoriais de crescimento demográfico e do respetivo alargamento urbano associados à importância que a prática desportiva tem para uma sociedade saudável, satisfeita e usufruindo do seu direito inquestionável à prática da atividade física e desportiva, o que contribuirá para uma maior qualidade de vida.

    Deveremos esquecer o passado, em que muitas vezes a construção de uma instalação desportiva acontecia casuisticamente, de uma forma desregulada. Devemos equacionar estes importantes equipamentos públicos de uma forma adequadamente planeada, desde a fase de estudo prévio, à fase de entrada em funcionamento.

    A falta de instalações desportivas é considerada, em termos gerais, como um dos fatores justificativos do atraso no sector desportivo de qualquer município, região ou País. Há que ter em consideração a importância atual do Desporto, entendido na sua definição abrangente, da prática das atividades físico-desportivas, desde as atividades recreativas até ao desporto de alto rendimento.

    Se o decisor político, entender desta forma a necessidade de equacionarmos adequadamente a rede de instalações desportivas como uma necessidade idêntica à de outros equipamentos públicos de utilização coletiva, teremos decisões mais acertadas assentes num estudo adequado das necessidades da população.

    Perspetivas de Desenvolvimento de uma Carta Desportiva 

    O planeamento e configuração de uma rede de instalações desportivas de proximidade deverão contemplar a importância atribuída à prática desportiva, não só para que esta se torne acessível a todos os futuros utentes, mas também para permitir um planeamento e ordenamento do território equilibrado e harmonioso. Assim sendo, torna-se adequado designar por Carta Desportiva o documento, que reflete a política desportiva, desempenhando assim um papel fundamental enquanto instrumento de planeamento urbano e de desenvolvimento socioeconómico de cada município ou região.

     Os seguintes princípios orientam a elaboração da Carta Desportiva:

    • Definir as carências em instalações desportivas de acordo com a diferente tipologia, categoria, área ocupada, função e âmbito do serviço prestado;
    • Definir uma proposta de pequenas e médias instalações, com tipologia recreativa, integradas na estrutura urbana e difundidas na sua área envolvente, facilitando a prática do desporto para todos;
    • Definir uma rede de instalações capaz de contribuir para o reequilibro social, estudando com particular cuidado as zonas mais carenciadas e as que se caracterizam por mais graves problemas sociais;
    • Definir a rede integrada de instalações especializadas capazes de responder às necessidades competitivas do alto rendimento, em articulação com as entidades que o tutelam, tomando em consideração a caracterização de cada modalidade (complexos desportivos);
    • Estudar as formas de integração com outros equipamentos públicos, nomeadamente escolas, equipamentos culturais, sociais e comerciais para promoção de uma utilização elevada;
    • Estruturar uma proposta global de rede hierarquizada capaz de facilitar o acesso à prática das atividades pelos diferentes grupos de utentes, garantindo por um lado a proximidade às suas habitações e por outro um custo de utilização acessível;
    • Propor a reserva dos terrenos necessários para colmatar as carências detetadas no parque de instalações desportivas, de acordo com as normas e com as prioridades estabelecidas;
    • Elaborar uma proposta adequada à capacidade de financiamento e gestão, concretizável faseadamente e que seja economicamente viável.

    Uma das preocupações dominantes será a de compatibilizar a qualidade das instalações desportivas com a redução dos custos de construção, manutenção e gestão.

    Com a elaboração da Carta Desportiva pretende-se dispor de um documento que assuma um papel estratégico quer ao nível do ordenamento do território quer ao nível do desenvolvimento sustentável de cada localidade ou região. Pretendemos ainda que o Desporto seja entendido da recreação ao alto rendimento, da criança ao idoso, como utentes das diferentes instalações numa perspetiva de alargamento da prática desportiva.

    Declaração de exoneração de responsabilidade

    Sendo este um site de partilha de informação gerimo-lo com o objetivo de melhorar o acesso à informação sobre instalações desportivas e desporto no geral. Esta informação é de carácter geral, não é necessariamente exaustiva, completa, rigorosa ou atualizada e não constitui um parecer profissional ou jurídico. Reservamo-nos o direito de alterar, adicionar ou retirar parte dos conteúdos deste site sem aviso prévio.

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    Fernando Tavares

    Consultor desportivo. Master Éxecutif en Managenet des Organisations Sportives - MEMOS - LUNEX Université (Luxemburgo). Mestre em Ensino da Educação Física Ensino Básico e Secundário, UTL-FMH. Frequência do III Curso de Mestrado em Gestão da Formação Desportiva, UTL-FMH. Licenciado em Educação Física pelo Instituto Superior de Educação Física - UTL. Desempenhou vários cargos pedagógicos e de de gestão em escolas onde lecionou. Desde 1988 tem colaborado com diferentes Autarquias. Membro de vários comités organizadores. Formador.

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    Organismos Nacionais

    Comité Olímpico de Portugal

    Tem por missão desenvolver, promover e proteger o Movimento Olímpico em Portugal.

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    Comité Paralímpico de Portugal

    Tem por missão de divulgar, desenvolver e defender o Movimento Paralímpico e o desporto em geral.

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    Alto rendimento - Atletismo

    "Quels facteurs clés de succès pour l'athlétisme de haut niveau au Portugal"

    Partindo do quadro teórico da matriz SPLISS- Sports Policy factors Leading to International Sporting Success procuramos identificar quais os fatores de sucesso no alto rendimento do atletismo. Com base em algumas semelhanças com Portugal, escolhemos para análise sobre a gestão do alto rendimento cinco países: Bélgica, Grécia, Países Baixos, República Checa e Suíça. Entrevistamos os responsáveis pelo alto rendimento da Bélgica e da Suíça, e em Portugal o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, oito treinadores de atletas olímpicos e três atletas olímpicas (uma medalhada, uma finalista e uma semifinalista). Por último apresentamos algumas sugestões para melhorar o atletismo de alto rendimento em Portugal.