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A construção de um relvado desportivo artificial

Um relvado desportivo integrado nos chamados grandes campos de jogos, poderá ser construído tendo como “pavimento desportivo”, i.e. a superfície onde se pratica a modalidade desportiva, uma relva natural ou uma relva artificial (sintética).

Nestes campos de jogos, considerando o caso português, poderemos assim ter instalações para a prática de futebol de sete e de onze, rugby e hóquei em campo.

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Os relvados desportivos, maioritariamente dedicados à prática do futebol, tem dimensões do terreno de jogo que variam entre os 45-75 mts de comprimento por 40-55 mts de largura (leis do jogo – futebol 7) para o futebol de sete e os 90-120 mts de comprimento por 45 a 90 mts de largura (leis do jogo – futebol 11) para o futebol de onze. Excepcionalmente, em campeonatos nacionais,  poderão realizar-se jogos de futsal em relvados artificiais (cf. regulamento futsal 2011).

Já o rugby joga-se num terreno relvado com dimensões máximas de 70 mts de largura por 144 mts de comprimento (100 mts de rectângulo de jogo + 2x 22 mts para cada área de validação).

No caso do hóquei em campo este joga-se num terreno de jogo com 91,40 mts de comprimento por 55 mts de largura (cf. regulamento hóquei em campo) .

No entanto, outras relvas artificiais são utilizadas em campos desportivos diversos: de ténis, de golfe, de paddel, futebol americano e basebol.

A construção de um relvado desportivo artificial

A opção por um relvado desportivo ser natural ou artificial deve ser ponderada na fase de projecto da instalação desportiva considerando-se as vantagens/desvantagens de cada uma destas soluções. Como dizemos noutros artigos esta opção estará condicionada também pelos regulamentos e normativos em vigor, que em certas modalidades desportivas condicionarão a decisão.

Consideramos então de uma forma resumida dois tipos de construção de relvados desportivos artificiais:

1.     Relvado artificial com base feita em betão betuminoso asfáltico;

2.     Relvado artificial com base drenante.

Em que diferem estas opções?

Em primeiro lugar a segunda opção é substancialmente mais económica sendo esta uma das suas grandes vantagens. Ao substituir-se uma base em betuminoso asfáltico por esta base drenante reduz-se o custo/ m2.

No entanto exige-se uma boa compactação do terreno, sem o que os normais abatimentos do terreno poderão colocar em casa a planimetria do relvado e assim criar situações potencialmente perigosas para os utilizadores.

O que fazemos queremos fazer bem!

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International Association for Sports and Leisures Facilities is the leading global non-profit organisation for professionals from the sports, leisure and recreation facilities industry. Somos membros.

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Instituto Português do Desporto e Juventude I.P. tem por missão a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude. Organismo central da política desportiva. 

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Fernando Tavares

Consultor desportivo. Master Éxecutif en Managenet des Organisations Sportives - MEMOS - LUNEX Université (Luxemburgo). Mestre em Ensino da Educação Física Ensino Básico e Secundário, UTL-FMH. Frequência do III Curso de Mestrado em Gestão da Formação Desportiva, UTL-FMH. Licenciado em Educação Física pelo Instituto Superior de Educação Física - UTL. Desempenhou vários cargos pedagógicos e de de gestão em escolas onde lecionou. Desde 1988 tem colaborado com diferentes Autarquias. Membro de vários comités organizadores. Formador.

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Tem por missão desenvolver, promover e proteger o Movimento Olímpico em Portugal.

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Alto rendimento - Atletismo

"Quels facteurs clés de succès pour l'athlétisme de haut niveau au Portugal"

Partindo do quadro teórico da matriz SPLISS- Sports Policy factors Leading to International Sporting Success procuramos identificar quais os fatores de sucesso no alto rendimento do atletismo. Com base em algumas semelhanças com Portugal, escolhemos para análise sobre a gestão do alto rendimento cinco países: Bélgica, Grécia, Países Baixos, República Checa e Suíça. Entrevistamos os responsáveis pelo alto rendimento da Bélgica e da Suíça, e em Portugal o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, oito treinadores de atletas olímpicos e três atletas olímpicas (uma medalhada, uma finalista e uma semifinalista). Por último apresentamos algumas sugestões para melhorar o atletismo de alto rendimento em Portugal.