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Há vida depois dos Jogos Olímpicos?

O que fazer às instalações desportivas construídas para os grandes eventos desportivos?

Uma das grandes questões com que os decisores políticos se debatem relaciona-se com o investimento obrigatório para receberem no seu país um grande evento desportivo de características internacionais. Desde um evento de classe continental como os Jogos Africanos ou um campeonato mundial de uma modalidade até aos mais mediáticos e importantes como os Jogos Olímpicos ou World FIFA Cup, o caderno de encargos, da responsabilidade das respectivas entidades que tutelam as modalidades ou organizações, exigem condições faraónicas aos organizadores locais (LOC - Local Organising Committee) e repartem numa percentagem diminuta as mais valias obtidas, principalmente ao nível da sponsorização e direitos televisivos.

O que fazer?

Não deverá então um país organizar um grande evento desportivo internacional, quando tal poderá ser um veículo de promoção regional/internacional do país e eventualmente uma oportunidade para promoção e desenvolvimento desportivo?

 Em primeiro lugar importa referir, que por si só, a organização de um evento desportivo internacional não significa desenvolvimento local da modalidade. Este consegue-se aproveitando a realização deste evento desportivo internacional para, antes, durante e depois se desenvolverem diferentes ações e atividades que, numa organização coerente, aproveitem o momento e envolvam agentes que transformem para melhor a modalidade desportiva e a sua aceitação junto de praticantes e população em geral.

Numa outra vertente do problema, importa referir, que as organizações desportivas internacionais (IAAF, FIFA, FIBA, IOC, FISU, etc.) que gerem as diferentes associações e modalidades fazem exigências faraónicas nos respetivos cadernos de encargos para a organização destes grandes eventos.

Naturalmente que os pretendentes à sua organização conhecem bem os cadernos de encargos exigidos. Que façam bem as contas já temos algumas dúvidas!

As elevadas receitas que alguns destes eventos possam gerar, nomeadamente ao nível de sponsorização e direitos televisivos, regra geral, ficam na quase totalidade ou em grande parte para as organizações supervisoras, restando para o LOC (Local Organising Committee) algumas migalhas, regra geral insuficientes para compensar o investimento efectuado.

Então não deverá um país candidatar-se à organização de um grande evento desportivo internacional?

SIM! Deverá, desde que considere muito bem os diferentes cenários e opções relativamente aos prós e contras, e principalmente, controle muito bem a factura do evento!

Qual a responsabilidade social que estes eventos aportam e que consequências positivas para o desenvolvimento local nos oferecem?

Geralmente a grande fatia, senão a totalidade, do investimento tem origem em dinheiros públicos!

O que fazemos queremos fazer bem!

Serviços de consultoria desportiva.

 

 

 


Arquitecto com trabalho desenvolvido em projetos de instalações desportivas de grande qualidade. Trabalho rigoroso especializado. Um nosso parceiro privilegiado com um portfolio de referência.

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International Association for Sports and Leisures Facilities is the leading global non-profit organisation for professionals from the sports, leisure and recreation facilities industry. Somos membros.

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Instituto Português do Desporto e Juventude I.P. tem por missão a execução de uma política integrada e descentralizada para as áreas do desporto e da juventude. Organismo central da política desportiva. 

site IPDJ

Fernando Tavares

Consultor desportivo. Master Éxecutif en Managenet des Organisations Sportives - MEMOS - LUNEX Université (Luxemburgo). Mestre em Ensino da Educação Física Ensino Básico e Secundário, UTL-FMH. Frequência do III Curso de Mestrado em Gestão da Formação Desportiva, UTL-FMH. Licenciado em Educação Física pelo Instituto Superior de Educação Física - UTL. Desempenhou vários cargos pedagógicos e de de gestão em escolas onde lecionou. Desde 1988 tem colaborado com diferentes Autarquias. Membro de vários comités organizadores. Formador.

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Organismos Nacionais

Comité Olímpico de Portugal

Tem por missão desenvolver, promover e proteger o Movimento Olímpico em Portugal.

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Comité Paralímpico de Portugal

Tem por missão de divulgar, desenvolver e defender o Movimento Paralímpico e o desporto em geral.

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Alto rendimento - Atletismo

"Quels facteurs clés de succès pour l'athlétisme de haut niveau au Portugal"

Partindo do quadro teórico da matriz SPLISS- Sports Policy factors Leading to International Sporting Success procuramos identificar quais os fatores de sucesso no alto rendimento do atletismo. Com base em algumas semelhanças com Portugal, escolhemos para análise sobre a gestão do alto rendimento cinco países: Bélgica, Grécia, Países Baixos, República Checa e Suíça. Entrevistamos os responsáveis pelo alto rendimento da Bélgica e da Suíça, e em Portugal o presidente da Federação Portuguesa de Atletismo, oito treinadores de atletas olímpicos e três atletas olímpicas (uma medalhada, uma finalista e uma semifinalista). Por último apresentamos algumas sugestões para melhorar o atletismo de alto rendimento em Portugal.